quinta-feira, abril 15

você me segura
quando balança
o mundo
eu te assopro
quando esquenta
a vida
eu te aponto
a formiga ela nunca para!
(eu digo)
e você ri com graça
achando que eu
quero
entender o que
não se entende

6 comentários:

doca disse...

me contanima!

Nassar disse...

mto bonito. =D

Mai disse...

São as compensações cotidianas.
A complemetariedade dos contrários.
belo texto.
E o mundo anda mesmo balançando, não?

abraços e bom final de semana.

vanessacamposrocha disse...

Anda mesmo não é Mai? Ainda bem que a gente sabe rebolar!
um beijo

Geraldo de Barros disse...

Menina, gostei muito do seu espaço, uma poesia linda

=)


beijos,
G.

Alice disse...

O mundo balançando em palavras assim fica mais simples e bonito.

Obrigada pela visita, moça, muito!
Agora que sei o caminho, voltarei sempre.

Beijos